Dr. Davi Cazarim

Quando a aplicação de varizes é indicada?

Quando a aplicação de varizes é indicada?

Muitas mulheres sofrem com a presença de vasinhos e varizes que ficam muito aparentes em suas pernas. Elas são veias insuficientes, defeituosas e dilatadas. Esse tipo de problema pode acontecer com qualquer veia do corpo, mas são mais comuns nos membros inferiores (pernas e pés).

Um dos tratamentos mais usados na atualidade, para combater essa condição é conhecido como “aplicação de varizes” e tem se mostrado muito efetivo em seus resultados.

Nos próximos parágrafos, você entenderá melhor como tudo isso funciona. Boa leitura!

Quando fazer a aplicação de varizes?

Em boa parte dos casos, as varizes não costumam apresentar sintomas e a única preocupação é estética. Porém, há situações em que elas podem causar dores e desconforto.

A aplicação pode ser usada em ambos os casos, sendo um método considerado um pouco invasivo e, por isso, normalmente deve ser escolhido quando alternativas como a utilização de meias elásticas não conseguiram minimizar o problema e a pessoa segue sofrendo incômodos devido à situação.

Dessa maneira, o médico especialista em cirurgia vascular deve ser sempre consultado sobre a real necessidade e a possibilidade de se dar início ao tratamento.

Além disso, é recomendado que, antes de passar pelo procedimento, a pessoa trabalhe em sua redução de peso — caso esteja acima do ideal — tendo como objetivo permitir que a cicatrização ocorra de forma mais eficaz e que outros vasinhos e varizes não surjam.

São necessárias muitas sessões?

A quantidade de sessões de aplicação de varizes varia conforme a situação do paciente. Também é preciso considerar alguns fatores específicos, tais como a resposta efetiva ao tratamento, a disciplina do paciente para seguir as orientações do médico e a quantidade de vasos. Mas, entre uma aplicação e outra, o intervalo é, em média, de 15 dias.

Quais são os efeitos colaterais da aplicação de varizes?

Assim como qualquer outro tipo de procedimento médico ou tratamento, a aplicação de varizes também gera efeitos colaterais. Alguns dos esperados são coceira leve, ardência e pequenos sinais de hematomas.

Porém, podem haver outros, como hiperpigmentação, alergias e ulceração. Trata-se de situações extremamente raras e que, com o devido acompanhamento médico, podem ser evitadas.

As varizes podem ressurgir?

Essa é uma dúvida muito comum entre as pessoas que desejam passar pelo tratamento. A boa notícia é que quem se submete a esse procedimento dificilmente sofre novamente com as varizes.

Por outro lado, como apontamos, há alguns hábitos que contribuem para que elas surjam. Por isso, é essencial manter um estilo de vida mais saudável, especialmente evitando o sedentarismo.

O que causa as varizes e os vasinhos?

Hoje, a Medicina conhece alguns aspectos genéticos que podem contribuir para o surgimento das varizes, mas também existem comportamentos e, por isso, é sempre bom lembrar de incluir os maus hábitos nessa questão.

O tratamento com o médico especializado é recomendado não apenas pela questão estética, mas porque ele ajuda a prevenir que outros problemas relacionados com a circulação e com vasos dilatados surjam no futuro.

Esperamos que esse artigo tenha sido útil e tenha ajudado a esclarecer algumas de suas principais dúvidas sobre a aplicação de varizes. No mais, esse problema merece atenção, pois, além de indicar um problema de circulação, pode evoluir para algo mais sério.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como angiologista e cirurgião vascular no Rio de Janeiro

Posted by Dr. Davi Cazarim in Todos
O que é pé diabético?

O que é pé diabético?

O pé diabético é uma condição que envolve uma série de alterações que acometem os pés das pessoas com quadro de diabetes descontrolado.

Entre as complicações mais recorrentes relacionadas a ele, temos os problemas de circulação nos membros inferiores e as infecções. Como resultado, a pessoa passa a sofrer com feridas que não cicatrizam nunca.

Vale lembrar que o pé diabético é uma condição séria e, caso não seja tratado corretamente, a pessoa pode correr o risco de ter o membro amputado.

Sintomas do pé diabético

Os sinais do pé diabético são muito abrangentes. Além da diabetes não controlada, podemos destacar também:

  • fraqueza nas pernas;
  • dormência nos membros inferiores;
  • sensação de agulhadas;
  • queimação nas pernas e nos pés;
  • perda da sensibilidade na região;
  • formigamento;
  • dores.

Um aspecto que torna essa doença ainda mais complicada é que normalmente a pessoa percebe que algo está errado apenas quando a situação já está muito avançada. Geralmente, existe a presença de uma infecção ou ferida já instalada, fatores que tornam o processo de tratamento ainda mais complexo, devido aos problemas com a circulação.

Consequências do pé diabético

Muitas pessoas se questionam porque nem sempre percebem um machucado nos pés, ou ainda o que faz uma ferida minúscula não se curar. O motivo para essas complicações está relacionado a uma característica típica do estado de diabetes não controlado, que é a sobrecarga enorme de açúcar no sangue.

Além disso, não é raro que esse problema ainda ocorra com altos níveis de gordura circulando pelos vasos. Nesse cenário, o organismo da pessoa fica muito debilitado e a regeneração dos tecidos ocorre de forma anormal e muito lenta.

Os nervos sofrem muito com isso, pois os altos níveis de glicose no sangue destroem a camada protetora. deixando-os mais vulneráveis a danos causados por mudanças na temperatura e no pH do sangue.

Recomendações para pacientes com pé diabético

Vimos que pessoa afetada por essa condição está sujeita a uma série de complicações. Por isso, para minimizar os riscos e problemas, vale a pena ter atenção. A seguir, destacamos alguns pontos:

  • É importante manter a pele dos pés e das pernas sempre hidratada. Porém, não se deve passar hidratante ao redor das unhas e entre os dedos;
  • Os pés devem ser mantidos sempre limpos e, devido à falta de sensibilidade na região, é preciso ter atenção à temperatura da água que deve ser morna, nunca quente demais.
  • Qualquer alteração, por menor que seja, deve ser comunicada ao médico responsável pelo acompanhamento.
  • Verificar a existência de rachaduras, cortes, calos, frieiras ou mudanças na cor. Em caso afirmativo, o médico deverá ser consultado.
  • Usar meias de algodão ou lã e sem costuras. Materiais sintéticos, a exemplo do nylon, devem ser evitados.
  • Devido às particularidades provocadas pelo diabetes, deve-se evitar frequentar pedicures e manicures, salvo se o profissional for treinado e qualificado para lidar com clientes que tenham essa condição.
  • Os pés devem estar sempre protegidos, e isso é valido para quando se está em casa ou em ambientes para diversão, tais como praias e piscinas.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como angiologista e cirurgião vascular no Rio de Janeiro

Posted by Dr. Davi Cazarim in Todos
O que são úlceras varicosas?

O que são úlceras varicosas?



Qualquer machucado ou trauma pode provocar uma úlcera na pele. Na maioria dos casos, elas cicatrizam rapidamente. Contudo, quando há um problema na circulação sanguínea, essa cicatrização pode demorar ou nunca acontecer, configurando o que chamamos de úlceras varicosas.

Se você tem interesse neste assunto, não deixe de ler o artigo até o final. Nele, você irá descobrir as causas e os sintomas desse problema e conhecer as alternativas de tratamentos.

O que são as úlceras varicosas?

São feridas que demoram a cicatrizar em função da má circulação sanguínea na região das pernas e dos tornozelos. Quando não são tratadas adequadamente, essas úlceras podem se transformar em uma grave infecção.

Quando ocorre um aumento da pressão venosa, o sangue pode ficar parado em uma região do corpo. Se a pele for fragilizada por uma lesão ou trauma, esse problema pode evoluir para uma condição crônica.

Essas lesões são mais comuns em pessoas idosas, sedentárias, obesas, fumantes ou que permanecem longos períodos em pé ou sentadas. A úlcera varicosa pode surgir tanto nas pernas quanto nos pés.

Quais são as causas das úlceras varicosas?

As úlceras varicosas são provocadas pelo acúmulo de sangue nos membros inferiores. Esse acúmulo ocorre quando as veias não conseguem impulsionar, de forma eficiente, o sangue de volta para o coração.

Com a má circulação sanguínea, há um aumento de pressão nas veias, provocando feridas e manchas na pele. No entanto, existem outros fatores de risco para o desenvolvimento dessas lesões, tais como:

  • histórico de feridas em uma determinada região;
  • presença de varizes nas pernas;
  • tabagismo;
  • obesidade;
  • sedentarismo;
  • pacientes portadores de outros problemas circulatórios;
  • osteoartrite;
  • hipertensão arterial;
  • anemia falciforme;
  • esclerodermia;
  • doenças infecciosas;
  • tumores de pele.

Quais são os sintomas?

Além da existência da ferida, outros sintomas comuns são:

  • coceira;
  • queimação;
  • inchaço;
  • dor na área afetada;
  • mudança de coloração da pele;
  • cansaço;
  • sensação de peso nos membros inferiores;
  • pus na ferida;
  • pele seca;
  • febre;
  • erupções cutâneas.

Quais são as alternativas de tratamentos?

A primeira ação realizada no tratamento da úlcera é a limpeza da ferida e aplicação de um curativo adequado, com ou sem o uso de pomadas específicas. Em seguida, pode ser recomendado o uso de uma meia de compressão para melhorar a circulação do sangue.

Geralmente, a primeira utilização da meia é dolorida. Por isso, é normal que o médico prescreva o uso de analgésicos. Se a úlcera estiver infectada, ele também irá indicar a ingestão de antibióticos.

Nos casos graves, ou quando os tratamentos não cirúrgicos não surtiram efeito, o paciente precisará de cirurgia. Além disso, o paciente deve adotar alguns cuidados, tais como evitar ficar muito tempo em pé ou sentado, praticar exercícios e ter uma dieta balanceada.

Entendeu o que são as úlceras varicosas? Apesar de ser um problema simples de resolver, é preciso buscar o tratamento o quanto antes para evitar complicações.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como angiologista e cirurgião vascular no Rio de Janeiro



Posted by Dr. Davi Cazarim in Todos
Doença arterial periférica: sintomas, causas e tratamentos

Doença arterial periférica: sintomas, causas e tratamentos



A doença arterial periférica (DAP) é uma nomenclatura que abrange todas as obstruções que afetam as artérias carótidas e suas ramificações, vertebrais, mesentéricas, renais, de membros inferiores e superiores.

Você já ouviu falar na DAP? Esta é uma condição muito comum, principalmente em homens. Continue a leitura para entender mais sobre o assunto.

O que é a doença arterial periférica?

É uma disfunção que provoca o estreitamento e endurecimento das artérias responsáveis por transportar o sangue para os membros inferiores. Quando ocorre esse estreitamento, o fluxo sanguíneo é prejudicado e causa diversas complicações.

As artérias transportam o sangue rico em oxigênio e nutrientes do coração para o corpo. Se as artérias das pernas forem bloqueadas, esses membros não recebem os nutrientes necessários. 

Quais são as causas da DAP?

A causa mais comum da doença arterial periférica é a aterosclerose, uma condição caracterizada pela formação de placas de gordura nos vasos sanguíneos. Contudo, existem diversos fatores que potencializam as chances de um indivíduo desenvolver a DAP.

Esses fatores são o tabagismo, diabetes, obesidade, hipertensão arterial, altas taxas de colesterol, ter mais de 50 anos de idade, histórico familiar da doença e a elevação no nível de homocisteína.

Quais são os sintomas da doença arterial periférica?

Esta condição pode provocar diversos sintomas no paciente. Porém, o mais característico é a claudicação intermitente, que é a sensação de dor, cãibra, desconforto ou cansaço nas pernas, que surge sempre que a pessoa está em movimento. O sintoma é aliviado com o repouso.

Na maioria dos casos, a claudicação afeta somente as panturrilhas, mas também pode afetar os pés, coxas, quadril e os glúteos. Esse sintoma evolui ao mesmo passo que a doença progride, reduzindo, cada vez mais, a distância suportada pelo paciente.

Porém, nem todos os casos são marcados pela presença de sintomas. Em 20% dos casos, essa doença é assintomática. Além disso, outros sintomas podem aparecer, como, por exemplo:

  • feridas nos dedos, pés ou pernas de difícil cicatrização;
  • mudança na cor das pernas;
  • queda e lentidão no crescimento de pelos nas pernas;
  • crescimento lento das unhas dos pés;
  • baixa pulsação nas pernas ou nos pés;
  • disfunção erétil em homens.

Quais são as alternativas de tratamentos?

A primeira forma de tratamento é o afastamento dos fatores de risco, que são modificáveis. O médico também poderá solicitar que o paciente realize caminhadas de, no máximo, 50 minutos por dia.

Outra medida complementar é o tratamento medicamentoso, que ajuda a melhorar os sintomas. O médico pode prescrever os antiplaquetários e os inibidores da ECA. Quando necessário, o paciente também pode receber indicação cirúrgica.

A angioplastia transluminal percutânea é um procedimento cirúrgico para a dilatação dos vasos sanguíneos, mantendo a artéria aberta e reduzindo as chances de uma nova oclusão. A tromboendarterectomia é indicada para tratar as lesões na aorta ou nas artérias femorais.

Outras possibilidades são a revascularização, a simpatectomia, a terapia de compressão externa e, ainda em estudos, o transplante de células-tronco. Em último caso, pode ser necessário amputar a perna afetada.

Isso é tudo o que você precisa saber sobre a doença arterial periférica. Caso tenha outras dúvidas, procure um angiologista.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como angiologista e cirurgião vascular no Rio de Janeiro



Posted by Dr. Davi Cazarim in Todos
Saiba quais são as principais complicações causadas pelas varizes

Saiba quais são as principais complicações causadas pelas varizes

As varizes podem até ser consideradas mais como um incômodo estético do que um distúrbio de circulação sanguínea. Por isso mesmo, é importante conhecer as complicações que as varizes podem causar à saúde, principalmente nos casos em que elas não são tratadas por um médico angiologista ou cirurgião vascular.

É verdade que nem todos os casos – a minoria deles, na realidade – irão causar complicações para a saúde. De todo modo, é preciso entender quais são os problemas que você pode ter, caso continue negligenciando a saúde das suas veias. 

Em resumo, as varizes podem evoluir para a formação de úlceras, coágulos ou até mesmo explodir. 

A seguir, entenda melhor essas complicações.

Desenvolvimento das varizes e problemas para a saúde

As varizes são um problema de circulação que precisa ser levado a sério. Elas demonstram que as veias não estão trabalhando da maneira normal, mesmo que existam diversas outras que podem substituí-las na circulação sanguínea.

Tromboflebite

A primeira complicação causada pelas varizes sem tratamento é a inflamação das veias da perna. Isso ocorre devido à formação de coágulos de sangue, que impedem a corrente normal do fluido. Quando isso ocorre em uma veia varicosa, ela gera os seguintes sintomas:

  • dor;
  • vermelhidão;
  • aquecimento no local.

A tromboflebite pode ser tratada com meias de compressão e, em alguns casos, analgésicos para dor.

Sangramento

Se houver uma lesão na pele sobre uma variz que está muito próxima da superfície cutânea, ela pode sangrar muito, sendo difícil cessar o fluxo do sangue. Isso pode ocorrer devido a cortes ou impactos agudos sobre a perna. 

Para interromper o sangramento, neste caso, é preciso deitar-se e elevar a perna lesionada, apertando o local do ferimento. É importante buscar ajuda médica, assim que o sangramento parar.

Insuficiência venosa crônica

Ela ocorre quando o fluxo de sangue é deficiente, prejudicando a troca de oxigênio na pele. Caso ocorra o bloqueio do sangue por longo período, o distúrbio ganha o nome de insuficiência venosa crônica. 

Esta é uma condição que pode gerar ainda mais complicações, que incluem:

  • eczema varicoso – pele vermelha, escamosa, além de bolhas;
  • lipodermatoesclerose – pele dura e de tom marrom ou avermelhado, que costuma se formar na panturrilha;
  • úlceras venosas – geralmente se formam no tornozelo e no pé. Elas são feridas causadas pelo excesso de pressão nas veias da perna. 

Todas essas complicações podem ser prevenidas, levando-se a sério o tratamento contra as varizes. Não hesite em buscar a ajuda de um angiologista, ou de um cirurgião vascular, para minimizar os impactos das veias varicosas na saúde. 

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como angiologista e cirurgião vascular no Rio de Janeiro

Posted by Dr. Davi Cazarim in Todos
Formigamento e dormência nos pés: descubra as principais causas

Formigamento e dormência nos pés: descubra as principais causas

Vez ou outra, você irá sentir formigamento ou dormência nos pés. Isso é normal após longos períodos sentado ou de pé. Em geral, a sensação de ter milhares de formigas andando pelos pés ou nas pernas passa em poucos minutos. No entanto, é preciso buscar orientação médica quando os sintomas persistem por dias ou meses. 

Quando a sensação de formigamento é duradoura, existem diversas causas que podem estar envolvidas – umas mais e outras menos preocupantes. Veja, a seguir, alguns dos possíveis fatores para o formigamento nos pés. 

Quando me preocupar com o formigamento ou dormência nos pés?

Alguns sinais que acompanham a dormência nos membros inferiores indicam ser o momento de se buscar um médico, já que podem envolver alterações na circulação sanguínea. Fique atento caso você sinta:

  • dor nos pés;
  • dificuldade de andar;
  • fraqueza;
  • dor de cabeça;
  • formigamento ou dormência persistente.

Causas da dormência nos pés

A gravidez é uma das situações que geram desconforto nos pés e nas pernas. Conforme o útero cresce, ele pressiona os nervos dos membros inferiores, causando a sensação de desconforto. Veja outras situações que geram o mesmo sintoma, a seguir.

Falta de vitaminas

A falta de vitamina B-12 pode gerar uma série de sintomas no organismo, incluindo dormência e formigamento nos pés. Além disso, a carência do elemento causa outros sinais, como:

  • sensação de cansaço;
  • falta de ar;
  • tontura;
  • formigamento e frio nas mãos e pés;
  • dor de cabeça;
  • dor no peito;
  • problemas digestivos;
  • náusea;
  • fígado aumentado.

Nervo comprimido

Uma lesão ou inchaço que comprime os nervos espinhais pode gerar uma série de sintomas, incluindo a dormência nos pés. Além disso, o problema causa as seguintes manifestações:

  • dor;
  • mudanças na sensação dos pés;
  • diminuição da amplitude dos movimentos.

Neuropatia diabética

O principal fator responsável pelo formigamento persistente nos pés é a neuropatia diabética. A doença é causada pelos níveis elevados de açúcar no sangue, comum em pacientes diabéticos que não têm acompanhamento médico. Além da dormência e formigamento constantes nos membros inferiores, a enfermidade gera os seguintes sintomas:

  • micção frequente;
  • sede extrema;
  • boca seca;
  • comichão na pele;
  • hálito com cheiro de fruta;
  • dor ou dormência nas mãos e pés;
  • aumento da fome;
  • perda de peso inesperada;
  • cicatrização lenta de cortes ou feridas;
  • infecções fúngicas;
  • sonolência ou letargia;
  • mudanças de visão;
  • náusea e vômito.

Outras causas da dormência nos pés

Existem diversos outros fatores que geram a sensação de “agulhamento” nos pés, tais como:

  • falência hepática;
  • doença de Lyme;
  • hepatite B ou C;
  • HIV;
  • hanseníase;
  • uso de medicamentos para convulsão ou cardiopatias;
  • contato com produtos tóxicos, como arsênico e mercúrio, por exemplo;
  • causas idiopáticas (desconhecidas).

Se você sofre com a sensação de formigamento e dormência nos pés, que não passa, procure um angiologista para que ele possa investigar as causas do sintoma. 

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como angiologista e cirurgião vascular no Rio de Janeiro!

Posted by Dr. Davi Cazarim in Todos
Pés inchados: o que pode ser?

Pés inchados: o que pode ser?

Eles nos carregam, são meio de transporte e suportam todo o peso do corpo. Os pés são membros de suma importância para o corpo humano. Entretanto, eles podem passar despercebidos e sem a atenção que deveriam ter. Assim como no resto do corpo, quando há algo errado, o organismo emite sinais, inclusive, por meio dos pés. O que acontece é que, muitas vezes, não damos importância a este fato e, com isso, podemos ignorar o que o nosso corpo está querendo dizer. Vários sinais podem ser sintomas de que problemas mais sérios estão acontecendo no organismo. Dentre eles estão os pés inchados.

Pés inchados: o que pode ser?

Má circulação

Esta causa é, geralmente, a mais comum de inchaço nos membros inferiores. Embora não cause dor, a má circulação deixa as pernas e os pés pesados, uma vez que possui líquido concentrado na região. Isso acontece porque fatores, como idade e gestação, prejudicam o funcionamento das veias, fazendo com que elas não consigam impulsionar o sangue de volta para a parte superior do corpo.

Insuficiência cardíaca

Nesta patologia, o coração não consegue realizar o bombeamento do sangue de forma adequada. Com isso, o fluxo sanguíneo fica prejudicado, deixando o sangue se acumular. Por uma questão de gravidade, o sintoma do inchaço pode ser mais percebido nos membros inferiores, apesar de estar presente em todo o corpo.

Trombose

A trombose ocorre quando um coágulo sanguíneo se forma em uma ou mais veias. Uma série de fatores pode desencadear o desenvolvimento de um coágulo. Entre eles estão a má circulação e o baixo fluxo sanguíneo. Por isso, se o inchaço ocorrer de forma repentina e estiver acompanhado de dor e vermelhidão, deve-se procurar ajuda médica com urgência.

Flebite

O inchaço é um dos sintomas de flebite, processo inflamatório que acomete a parede interna de uma veia superficial do corpo. Caso o tratamento não seja realizado a tempo, é comum o surgimento de coágulos e, como consequência, a trombose. Essa patologia é mais comum em pessoas que possuem varizes ou que são fumantes. Além do inchaço, a flebite provoca, também, vermelhidão, dor, sensação de ardor e calor no trajeto da veia inflamada.

Problemas renais 

Problemas nos rins também podem fazer com que os pés fiquem inchados. Portanto, é preciso prestar atenção se este sintoma está acompanhado de outros, como a diminuição da urina, fraqueza, náuseas e perda de peso.

O que mais pode causar inchaço nos pés?

Além desses fatores, os pés podem apresentar inchaço devido a:
  • efeito colateral de algum medicamento;
  • gestação;
  • cirrose hepática;
  • ciclo menstrual;
  • ficar muito tempo assentado;
  • alergias.

Como aliviar o inchaço nos pés?

Para diminuir o inchaço nos pés, algumas medidas simples podem ser realizadas:
  • elevar as pernas;
  • usar meias elásticas;
  • diminuir o consumo de sal;
  • evitar alimentos industrializados;
  • movimentar pernas e pés;
  • ingerir a quantidade adequada de água.
Entretanto, é importante lembrar que, tais medidas solucionam o desinchaço apenas quando o edema não se deriva de uma patologia. Portanto, se os pés inchados estiverem nesta condição com frequência, é preciso buscar auxílio médico. Dessa maneira, é possível investigar o motivo que está causando tal sintoma. Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter. Ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como angiologista e cirurgião vascular no Rio de Janeiro!
Posted by Dr. Davi Cazarim in Todos
Inchaço nas pernas: quais são as causas?

Inchaço nas pernas: quais são as causas?

O inchaço nas pernas é indício de que algo não está funcionando como deveria. Ele pode ser provocado por diversos fatores, como maus hábitos de vida, calor ou ser sintoma de algum problema de saúde. Por isso, ao notar que as pernas apresentam inchaço com frequência, é preciso buscar ajuda médica para investigar o que está ocasionando o acúmulo de líquido. Conheça algumas causas de inchaço nas pernas, a seguir.

Causas do inchaço nas pernas

Acúmulo de líquido

Conhecido também como edema, o inchaço é constituído por uma solução aquosa de sais e proteínas do plasma e surge quando há um desequilíbrio da quantidade de sangue, que desce para a perna com aquele sangue que volta para o restante do corpo.

Calor

Uma das causas do acúmulo de líquido nas pernas é o calor. Em temperaturas quentes os vasos se dilatam, favorecendo a migração dos líquidos que estão dentro do vaso para fora dele.

Ficar muito tempo assentado

Seja por causa do trabalho ou devido a uma viagem longa: ficar com as pernas paradas durante muito tempo provoca inchaço. Isso acontece porque o sangue fica acumulado na parte inferior do corpo. Por estar sem movimentação, ele encontra dificuldade para subir. Além disso, o sangue parado pode coagular, gerando a trombose e, ao se soltar, pode provocar a embolia pulmonar, que pode ser fatal. Para evitar que isso aconteça, é recomendável levantar-se de tempos em tempos e, sempre que possível, fazer movimentações com os pés e com a panturrilha.

Trombose

Perna inchada pode ser indício de trombose, ainda mais se o edema surgir repentinamente e for acompanhado de dor. Neste caso, o inchaço acontece porque o coágulo bloqueia o fluxo de sangue.

Varizes

Pessoas que possuem varizes podem apresentar inchaço nas pernas. Esse tipo de veia não funciona corretamente. Isso faz com que o sangue não faça o movimento de retorno para o coração como deveria.

Doenças cardíacas

Problemas cardiovasculares, como a insuficiência cardíaca, também deixam as pernas inchadas. Isso acontece porque o sangue fica acumulado, já que o coração não faz o bombeamento da forma adequada. Apesar do inchaço ocorrer no corpo inteiro, ele é percebido mais nas pernas devido à gravidade.

Flebite

O inchaço é um dos sintomas de flebite, processo inflamatório que acomete a parede interna de uma veia superficial do corpo, principalmente nas pernas. Caso o tratamento não seja realizado à tempo, é comum o surgimento de coágulos e, como consequência, a trombose. Essa patologia é mais comum em pessoas que possuem varizes ou que são fumantes. Além do inchaço, a flebite provoca, também, vermelhidão, dor, sensação de ardor e calor no trajeto da veia inflamada.

Uso de medicamentos

O uso de alguns tipos de medicamentos, como antialérgicos, anti-inflamatórios e medicamentos utilizados no tratamento de diabetes e pressão alta, também podem provocar o acúmulo de líquido não só nas pernas, como em todo o corpo. A tensão pré-menstrual, anticoncepcionais, gestação, ingestão de pouco líquido, consumo excessivo de sal e sobrepeso também podem fazer com que as pernas fiquem inchadas. O inchaço nas pernas não pode ser ignorado, principalmente se ele ocorre com periodicidade ou se é duradouro. Outro fator importante é observar se o edema acomete apenas um ou os dois membros. Procure um médico e investigue o motivo das pernas inchadas! Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como angiologista e cirurgião vascular no Rio de Janeiro!
Posted by Dr. Davi Cazarim in Todos
Quando usar meia elástica?

Quando usar meia elástica?

A meia elástica, ou meia de compressão, pode reduzir a aparência e os sintomas dolorosos associados às varizes. O problema circulatório ocorre quando o sangue se acumula atrás das pequenas válvulas nas veias, ao invés de fluir de volta para o coração. As varizes são mais comuns nas pernas e nos pés, porque o sangue que retorna ao coração tem um caminho mais longo a ser percorrido.

Os médicos geralmente recomendam meias para melhorar a circulação, impedir que as varizes piorem e reduzir a dor ou o desconforto. O ideal é usá-las pelo maior tempo possível, ao acordar até a hora de dormir.

As meias de compressão são tradicionalmente usadas para melhorar a circulação. Pesquisas mostram que os soldados romanos frequentemente envolviam suas pernas em tiras de couro para melhorar a circulação durante longas marchas. 

Atualmente, porém, as meias de compressão modernas são mais sofisticadas e projetadas para fornecer pressão consistente para as pernas, ajudando o sangue a fluir de volta para o coração. A ferramento exerce mais pressão perto dos tornozelos e dos pés, proporcionando um aperto extra que promove o fluxo sanguíneo.

Estudos sugerem que as meias de compressão podem melhorar alguns sintomas das varizes, mas poucas evidências sustentam a ideia de que elas, sozinhas, sejam capazes de eliminar o distúrbio circulatório. Além disso, diferentes tipos de meias exercem diferentes quantidades de pressão.

Existem algumas contraindicações para o uso das meias elásticas. Elas não devem ser utilizadas por pacientes com problemas nas artérias e disfunções cardíacas. Outras contraindicações são doenças, como o diabetes, microangiopatias, entre outras condições. 

Como é preciso ter cuidado, consultar o médico antes de começar a utilizá-las é sempre a escolha mais adequada. Ele saberá definir, além do tipo, qual comprimento de meia é o melhor para o tratamento, como as meias 3/4, 7/8, tradicional ou a antitrombo, para fim específico de prevenção da trombose. 

A meia antitrombo cobre os pés, a batata da perna e, também, pode cobrir as coxas. O comprimento da 3/4 é até dois dedos abaixo do joelho. A 7/8 vai até o meio da coxa e a tradicional possui o estilo meia-calça, que todos conhecem (dos pés até o umbigo).

Tão importante quanto o tipo e o comprimento é o tecido utilizado, o aspecto estético e a durabilidade. A quantidade certa de pressão e o tipo certo de meia depende do número, do tipo e da causa subjacente das veias varicosas do paciente.

Como usar a meia elástica?

É extremamente importante colocar as meias de compressão pela manhã, antes de abaixar as pernas e sair da cama. Dormir em posição horizontal faz com que as válvulas de suas veias funcionem de forma mais eficaz do que quando sentado ou em pé. Na posição vertical, a gravidade entra em ação e o fluxo sanguíneo fica comprometido, devido às válvulas danificadas. 

É por isso que os tornozelos e as panturrilhas ficam normais pela manhã e ficam inchados e pesados ​​à medida que o dia passa. Colocar meias de compressão pela manhã manterá as válvulas na posição correta, para apoiar a circulação sanguínea normal em suas pernas durante o dia.

Se você já desenvolveu uma condição relacionada às varizes, as meias de compressão podem ajudar a aliviar sintomas como:

  • tornozelos inchados;
  • pernas pesadas ou doloridas;
  • fadiga e dor;
  • pernas inquietas;
  • cãibras noturnas.

Quer saber mais sobre meia elástica? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como angiologista e cirurgião vascular no Rio de Janeiro!

Posted by Dr. Davi Cazarim in Todos
Tipos de tratamento para as varizes

Tipos de tratamento para as varizes

Varizes são veias dilatadas e tortuosas que se desenvolvem abaixo da pele. Dependendo da fase em que se encontram, podem ser de pequeno, médio ou grande calibre. As veias mais acometidas são as dos membros inferiores: pés, pernas e coxas. O tratamento mais utilizado para eliminar o problema circulatório é a aplicação de varizes.

Algumas pessoas apresentam minúsculas ramificações, de coloração avermelhada, que costumam não apresentar sintomas e provocam apenas desconforto estético.

Para diagnosticar as varizes, o médico faz um exame físico, observando as pernas enquanto o paciente está de pé, para identificar possíveis inchaços. O médico também pode pedir para o paciente descrever qualquer dor nas pernas, além de solicitar, caso necessário, um exame de ultrassom. O exame verifica se as veias estão funcionando normalmente ou se há evidência de coágulos sanguíneos. 

Nesse teste não invasivo, um técnico aproxima um pequeno dispositivo portátil (transdutor), aproximadamente do tamanho de uma barra de sabão, contra a pele, sobre a área do corpo que está sendo examinada. O transdutor transmite as imagens das veias das pernas para um monitor, para que um técnico e, posteriormente, o médico possa avaliá-las.

Felizmente, o tratamento geralmente não significa uma internação hospitalar ou uma recuperação longa e desconfortável. Graças a procedimentos menos invasivos, as varizes geralmente podem ser tratadas em nível ambulatorial. No caso das aplicações, não existe quantidade certa. O ideal é consultar um cirurgião vascular para saber sobre as recomendações mais adequadas para cada caso.

Conheça outras formas de cuidar das varizes:

Cuidados pessoais

Existem algumas medidas de autocuidado que o paciente com varizes pode tomar para diminuir o desconforto. Essas ações ajudam a prevenir ou retardar o desenvolvimento de varizes. Fazer exercícios, perder peso, não usar roupas apertadas, elevar as pernas e evitar longos períodos em pé ou sentado – tudo isso pode aliviar a dor e evitar que as varizes se agravem.

  • Mexa-se – andar a pé é uma ótima maneira de estimular a circulação sanguínea nas pernas. O médico pode recomendar um nível adequado de atividade para cada caso.
  • Dieta – o excesso de quilos aumenta a pressão desnecessária sobre as veias. Uma boa escolha dos alimentos também pode ajudar, então, siga uma dieta com pouco sal para evitar o inchaço causado pela retenção de água.
  • O que se veste – evite saltos altos. Sapatos de salto baixo “trabalham” mais os músculos da panturrilha, o que é melhor para suas veias. Não use roupas apertadas em torno da cintura, pernas ou virilha, pois elas podem reduzir o fluxo sanguíneo.

Meias de compressão para varizes

Usar meias de compressão durante todo o dia costuma ser a primeira abordagem terapêutica, antes da aplicação de tratamentos invasivos. Elas pressionam as pernas, ajudando as veias e os músculos na movimentação do sangue com mais eficiência. O nível de compactação varia por tipo e marca. O médico pode indicar o melhor para cada caso. 

Eleve as pernas

Para melhorar a circulação nas pernas, faça várias pausas curtas diariamente para elevar as pernas acima do nível do coração. Nesses momentos, você pode deitar-se com as pernas apoiadas em três ou quatro travesseiros. Evite longos períodos sentado ou de pé. Faça questão de mudar sua posição com frequência para estimular o fluxo sanguíneo.

Quer saber mais varizes? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como angiologista e cirurgião vascular no Rio de Janeiro!

Posted by Dr. Davi Cazarim in Todos